Cerca de sete em cada dez mães escolhem a amamentação após o nascimento do bebê. No entanto, a realidade nos diz que apenas 20 por cento deles continuam amamentando após seis meses, que é a data mínima para amamentação recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

O aleitamento materno apresenta múltiplos benefícios, tanto para a mãe quanto para o recém-nascido, principalmente no que se refere à prevenção de doenças como diabetes, doenças cardiovasculares, obesidade ou leucemia. Esses benefícios são maiores quanto mais tempo a amamentação é prolongada.

A amamentação promove um melhor desenvolvimento psicomotor do bebê em seu primeiro ano de vida

Segundo especialistas, continuar a amamentar a criança após dois anos pode ajudar a reduzir o risco de obesidade em aproximadamente 25%, como a asma infantil, reduzir pela metade as chances de sofrer de otite média aguda e diminuir em 64%. % gastroenterite.

Além disso, também ajuda no desenvolvimento psicológico durante o primeiro ano de vida, como aponta a Dra. Marta Díaz, melhorando sua sociabilidade e até mesmo coeficiente intelectual.

A verdade é que nos países desenvolvidos nem sempre é fácil cumprir essas datas estabelecidas pela OMS. Os ritmos agitados da vida, a dificuldade das mulheres em conciliar o trabalho e a amamentação ou a falta de políticas sociais que permitam a extensão da licença materna são alguns dos motivos que levam as mães a interromper a amamentação mais cedo do que gostariam.

DICAS E CONSELHOS SOBRE AMAMENTAÇÃO (Setembro 2019).