O risco de contratar infecção por rotavírus, que é a causa mais frequente de gastroenterite em lactentes e crianças pequenas, aumenta com o retorno à escola ou creche, pois é um vírus que se propaga rapidamente e é extremamente contagioso, portanto contato com outras crianças, professores ou cuidadores infectados, ou objetos que eles tocaram, é o suficiente para se infectar.

O rotavírus é tão resistente e contagioso que nem mesmo uma higiene correta ou o uso de desinfetantes cutâneos comuns podem evitar totalmente o risco de transmissão.

Para prevenir a gastroenterite por rotavírus e seus sintomas incômodos, como febre, vômitos e desidratação, e evitar que as epidemias se espalhem, especialistas recomendam medidas extremas de higiene, tanto na família, em creches e escolas, e administrar a vacina, que é eficaz contra a maioria dos rotavírus responsáveis ​​pela gastroenterite.

O rotavírus é tão resistente e contagiante que nem mesmo a higiene adequada ou o uso de desinfetantes padrão da pele podem evitar completamente a transmissão, mas lavar as mãos frequentemente, especialmente após o uso do banheiro, após a troca da fralda do bebê; antes de comer, e não tocar no rosto, reduza o risco de infecção.

A administração da vacina é a melhor medida para prevenir esta infecção; na verdade, o Organização Mundial da Saúde (OMS), que tem apoiado o desenvolvimento desta droga desde o início dos anos 80, aconselha a vacinação contra o rotavírus. Conforme explicado pelo Dr. Javier Aristegui, do Departamento de Pediatria do Hospital Basurto (Bilbao), esta vacina, administrada por via oral a partir das seis semanas de idade, protege com segurança e eficácia contra a maioria dos rotavírus responsáveis de gastroenterite aguda em nosso meio.

Bactéria e vírus: qual a diferença? (Outubro 2019).