Um estudo realizado por pesquisadores do CSIC e da Universidade de Barcelona mostrou que alguns compostos de uva contribuem para que as células da pele sejam protegidas contra os raios ultravioletas do sol e podem diminuir o dano que ocorre nas células. da pele que foi exposta a radiação solar.

A radiação ultravioleta é o principal fator de risco ambiental para o desenvolvimento de doenças de pele e origina-se de patologias graves, como câncer de pele, queimaduras solares e eritema, além de acelerar o envelhecimento da derme e da epiderme. A radiação danifica a pele ao ativar as espécies reativas de oxigênio (EROs) e desencadeia certas reações que levam à morte das células.

Os dados obtidos neste estudo revelam que certas substâncias polifenólicas obtidas a partir de uvas (flavanóis) têm a capacidade de inibir a geração de ROS em células da epiderme expostas à radiação ultravioleta de meio (UVB) e onda longa (UVA). O experimento foi realizado no laboratório in vitro, e seus resultados foram publicados em Revista de Química Agrícola e Alimentar.

Os pesquisadores acreditam que os resultados do estudo devem ser levados em conta para o desenvolvimento de novos fotoprotetores.

Pesquisadores acreditam que a farmacologia clínica, que estuda várias substâncias polifenólicas vegetais com o objetivo de desenvolver novos produtos que sirvam como fotoproteção cutânea, deve levar em conta esses resultados para avaliar a possibilidade de incorporar esses compostos da uva aos cremes protectores solares. .

Embora atualmente já existam cosméticos que incluem em sua composição substâncias da uva, até o momento seu modo de agir sobre as células não era conhecido.

Fonte: EUROPA PRESS

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