O IV Congresso Internacional IVI reuniu mais de três dias para mais de 1.000 especialistas nacionais e internacionais em reprodução assistida para avaliar o estado atual e futuro desta disciplina. Uma conclusão parece resumir acima de tudo, visto e ouvido na reunião: o desafio no campo da reprodução assistida é humanizar os tratamentos para tornar a vida mais confortável para o paciente, como apontou o professor Antonio Pellicer, Presidente da IVI, uma das principais instituições médicas neste campo.

De acordo com esse especialista, para conseguir isso, devemos tentar combinar o processo tanto quanto possível com a concepção natural. Isto pode ser conseguido de duas maneiras, por um lado, contornando o hiperestimulação ovariana, que quase desapareceu com as novas drogas, e por outro, tentando evitar gravidezes múltiplas, para as quais seria necessário aumentar a capacidade de avaliar os embriões de forma não invasiva, a fim de transferir o embrião mais preparado para dar para acender um bebê saudável.

Por outro lado, é necessário tentar reduzir os níveis de estresse que aparecem no paciente durante a terapia, principalmente devido à medicação utilizada. Portanto, Pellicer defende a mudança de injeções diárias para tomar medicamentos orais. O presidente da IVI também destaca as vantagens da vitrificação em comparação com outras técnicas, já que a mulher não precisa passar por mais de um processo de estimulação ovariana.

O futuro da reprodução assistida é em células-tronco

Durante o congresso, muito se falou também sobre as aplicações na reprodução assistida de células-tronco plantadas em laboratório. A Dra. Renée Reijo, da Universidade de Stanford, e uma grande especialista na criação de gametas artificiais a partir de células-tronco pluripotentes, assegurou que uma grande distância tenha sido promovida "na criação de células-tronco pluripotentes". óvulos e espermatozóides artificiais"Embora tenha sido esclarecido que ainda há uma necessidade de continuar pesquisando para obter gametas de maior qualidade, esse marco tornaria a doação desnecessária, já que os gametas poderiam ser criados naquelas pessoas que não os têm.

Fonte: Instituição Médica do IVI

Violencia obstretica maternidade do divino amor RN (Outubro 2019).