Ler escrever, e realizar atividades que estimulem o cérebro ao longo da vida, permite fortalecer a memória e preservá-la, alcançar a velhice com boa saúde cognitiva. Além disso, e de acordo com um estudo recente publicado pela revista especializada 'Neurology', é importante que este tipo de atividade comece a ser praticado desde a infância.

A pesquisa, realizada nos Estados Unidos, contou com a participação de 294 pessoas, que foram avaliadas por meio de testes que mediam o pensamento e a memória a cada ano, com uma idade média de 89 anos, e responderam a um questionário em que eles foram questionados sobre seus hábitos em relação à leitura de livros, e se eles escreveram ou fizeram atividades que estimularam sua mente durante a infância, adolescência, meia-idade e hoje em dia.

Pessoas que realizaram atividades mentalmente estimulantes ao longo de suas vidas tiveram uma menor taxa de deterioração de sua memória

Pesquisadores descobriram que as pessoas que começaram cedo nesse tipo de atividade, e continuaram a fazê-lo durante toda a vida, tiveram uma taxa mais baixa de deterioração da memória em comparação com aquelas que não o fizeram.

De acordo com as conclusões do estudo, o atividade mental constituiu quase 15% da diferença na deterioração cognitiva, além do que pode ser atribuído à presença de placas neurofibrilares e emaranhados no cérebro. De fato, observou-se que a taxa de perda de memória diminuiu em 32% nas pessoas que mantinham atividade mental frequente em idades avançadas.

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