70% das mulheres que sofrem de incontinência urinária assumem que se trata de um problema da condição feminina e associam-no à história familiar, pois muitas vezes a mãe ou a avó também sofreram perdas de urina, o que explica em parte renúncia, como destacou José Miguel Amóstegui, presidente da Sociedade Espanhola de Pelviperineologia (SEFIP), no marco do II Congresso Internacional que a SEFIP realizou em Sevilha.

No entanto, este especialista garante que, com tratamento adequado, como fisioterapia perineal, 80% dos pacientes poderiam resolver essa disfunção. Amostegui adverte que é necessário consultar o médico quando os primeiros sintomas da incontinência aparecerem porque, com o tempo, podem ocorrer consequências graves, como flacidez do útero, da bexiga ou do reto.

Os especialistas garantem que, com um tratamento adequado, como a fisioterapia perineal, 80% dos pacientes poderiam resolver essa disfunção

A menopausa, especialmente em mulheres que tiveram gestações e partos vaginais, é um fator de risco para sofrer um enfraquecimento dos músculos do assoalho pélvico. Por essa razão, aquelas mulheres que começam a ter perdas de urina, mesmo que sejam leves, ou incontinência de esforço (ao tossir ou praticar esportes, por exemplo), devem procurar o especialista para realizar exames periódicos e estabelecer o tratamento mais adequado para sua realização. caso

Muitos hospitais estão incluindo entre seus serviços o que é conhecido como unidades de piso pélvico, integrado por equipes multidisciplinares (ginecologistas, urologistas, sexólogos ...), para avaliar possíveis alterações da musculatura do assoalho pélvico.

Fatores de risco para sofrer problemas no assoalho pélvico

Gravidez e parto vaginal são fatores de risco que predispõem a mulher a sofrer danos aos músculos do assoalho pélvico, além da queda de estrogênio que ocorre durante a menopausa e de esportes de impacto. Especialistas recomendam às mulheres que estão nesses grupos de risco que se submetam a controles para iniciar, o quanto antes, uma terapia destinada a fortalecer os músculos e prevenir a deterioração do mesmo, causando incontinência urinária e outras sequelas.

Amostegui tem defendido a criação de programas de prevenção nas escolas, que servem para explicar aos alunos como fortalecer os músculos do assoalho pélvico e como evitar lesões nos mesmos, principalmente quando praticam esportes que podem afetá-lo.

Fonte: EUROPA PRESS

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