A maioria das doenças graves relacionadas à gravidez é causada por infecções localizadas no trato urinário ou genital e tecidos moles, ou por aqueles associados a um aborto. Em países economicamente desfavorecidos, as infecções na gravidez são a principal causa de morte da gestante e, em muitos casos, também podem causar a morte do feto e até do recém-nascido.

No entanto, dados obtidos em novas pesquisas conduzidas por cientistas norte-americanos, e publicados na revista 'PloS Medicine', indicam que essas doenças quase sempre podem ser prevenidas e tratadas de forma eficaz.

Em países de baixa e média renda, as infecções na gravidez são a principal causa de morte da mãe e também podem afetar o feto ou o bebê.

Os pesquisadores analisaram estudos que haviam sido publicados anteriormente e que continham informações sobre infecções em mulheres grávidas, e enfocaram principalmente os estudos realizados na África e na Ásia, para determinar quais seriam as melhores estratégias para detectar e abordar essas infecções.

Os autores do trabalho explicaram que foram capazes de identificar quatro síndromes clínicas e seus patógenos associados, responsáveis ​​pelo surgimento de infecções no trato genital, trato urinário, tecidos moles e infecções relacionadas ao aborto, que são as infecções mais comuns. freqüente durante a gravidez em mulheres que vivem em países de baixa e média renda. Além disso, eles acrescentam que cada um desses distúrbios ocorre em um momento diferente da gravidez, o que facilita a detecção e a prevenção.

Por isso, pesquisadores recomendaram que nos serviços de atenção pré-natal desses países sejam agendadas intervenções para controle desse tipo de infecção, além de facilitar o acesso de todas as gestantes a exames diagnósticos e tratamentos adequados, a fim de reduzir a morbidade associada à gravidez.

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