Os especialistas reunidos no âmbito do XVI Simpósio Internacional sobre a SIDA 2011, realizado estes dias em Barcelona, ​​prevêem que, "em poucos meses", espera-se que sejam lançados novos fármacos para melhorar a tratamento contra hepatite C.

Esta doença, como lembrou o secretário da Associação Espanhola para o Estudo do Fígado (AEEH) e hepatologista da Clínica, Xavier Forns, sofre cerca de 30 por cento das pessoas infectadas pelo HIV. Os medicamentos atuais só funcionam em 50% dos casos, mas Forns está confiante de que com as novas drogas aumentam esse percentual e é capaz de aliviar as dinâmicas de reforço que o HIV e a hepatite C têm quando ocorrem ao mesmo tempo.

As complicações desta segunda infecção não são apenas sanitárias, mas também afetam o bolso, já que o preço do tratamento da hepatite C é um custo adicional entre 6 mil e 8 mil euros que deve durar entre seis meses e um ano.

Gatell também lembrou que 30% das quase 150 mil pessoas infectadas com o HIV na Espanha não sabem que têm a doença, o que as torna responsáveis ​​por cerca de 70% das novas infecções.

Fonte: EUROPA PRESS

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