Depois de um estupro ou agressão sexualé bastante comum que a vítima não saiba o que fazer, aonde ir ou a quem contar o que aconteceu. Isto é assim, em grande parte, pelos mitos e crenças errôneas que estão associadas a este tipo de agressão; mas ninguém jamais deveria passar por uma situação como essa sozinha.

Certamente mais do que um já ouviu frases como "não é algo tão sério", "isso não pode acontecer comigo", "ela procurou" ou "a melhor maneira de superá-lo é agir como se não tivesse acontecido", entre muitos outros. Nenhuma dessas frases ajuda a vítima e, muito menos, previne ataques sexuais no futuro dentro de nossas sociedades.

O Centro de Assistência a Vítimas de Agressão Sexual (CAVAS) é claro sobre o aspecto principal de uma agressão e garante que, se você vítima de uma violação, ou você conhece alguém que foi, você deve sempre ter em mente que existe apenas um culpado: o agressor.

Após um assalto, o primeiro local a ir é ao hospital ou centro de saúde mais próximo, onde a vítima receberá o apoio necessário, tanto físico como psicológico, para poder enfrentar os primeiros momentos. Vá para um centro hospitalar É de vital importância poder realizar o exame médico, ginecológico e forense o mais rápido possível. Este último aspecto é muito importante, especialmente no caso de violações, já que a coleta de amostras é essencial para comprovar a culpabilidade do agressor. Além disso, medidas preventivas podem ser tomadas em relação a gravidezes indesejadas ou doenças sexualmente transmissíveis.

No mesmo centro hospitalar, eles informarão a pessoa sobre os procedimentos a serem realizados arquivar a reclamação relevante que pode ser formalizado em qualquer corpo da polícia. Não devemos esquecer que uma violação viola a liberdade, a dignidade e a integridade de uma pessoa, denunciando, portanto, que é um aspecto fundamental para o culpado cumprir com seu crime e compensar a vítima, mas, como já mencionamos, há muito poucos as pessoas que fazem isso

A razão fundamental para a falta de queixas é que, ao contrário do que deveria acontecer, em muitas ocasiões a sociedade que discrimina e estigmatiza é a vítima e não o agressor. Outra razão é que a apresentação de tal queixa implica recontar e, portanto, reviver a violação com as conseqüências psicológicas que isso implica, e que nem todas as vítimas se sentem fortes o suficiente para enfrentá-la.

Se você foi vítima de um estupro ou agressão sexual, enfrentará a denúncia como parte do processo que o ajudará a superar uma experiência tão traumática e também pensará que denunciar é um ato de coragem, bem como solidariedade e apoio a outras vítimas.

FUI ESTUPRADA NO MEU ANIVERSÁRIO (Novembro 2019).