O diagnóstico de rosácea É clínico. Uma entrevista médica e um exame das lesões faciais serão suficientes para que o dermatologista alcance o diagnóstico correto. Durante a entrevista, você perguntará sobre a duração das lesões, se elas são permanentes ou surgem em surtos, se elas apresentam mudanças desde o momento em que aparecem até a cicatrização e se a pele cura sua aparência normal. Também será perguntado se há situações que causam agravamento perceptível da pele (exercício, exposição ao sol, ingestão de certos alimentos, consumo de álcool, etc.).

Os sintomas que o paciente conta ao médico também são muito importantes, uma vez que a sensação de irritação, ardor ou hipersensibilidade da pele afetada é muito característica da rosácea.

Durante o exame, o dermatologista procurará características da rosácea (como telangiectasias e pústulas) e verifique se não há lesões diferentes que possam levar a outras doenças. Apenas em casos duvidosos e com má resposta ao tratamento será recor- biópsia da pele, estudar ao microscópio as células de um fragmento milimetrado da pele. Este teste não é usado com frequência, pois é preferível não deixar cicatrizes na face, embora isso geralmente não ocorra ou o sinal seja mínimo.

Outro teste que geralmente é realizado em muitos pacientes com rosácea é tirar uma amostra da pele para observar sob um microscópio e, assim, verificar se há infecção com o ácaro. Demodex, que vive nos poros e folículos pilosos, alimentando-se de pele morta e que às vezes está associada a esse distúrbio, o que ajuda a orientar o diagnóstico e o tratamento.

Diagnóstico de la rosácea (Novembro 2019).