Reduzir o consumo de carne cerca de 30% beneficiariam o meio ambiente porque contribuiria para reduzir as emissões de CO2 (dióxido de carbono), além de melhorar a saúde das pessoas que incluem esse alimento em sua dieta com mais frequência do que o recomendado.

Os resultados de um estudo que foi publicado em The Lancet eles advertem que, mesmo que consigamos reduzir a dependência atual dos combustíveis fósseis (petróleo, carvão e gás natural), essa medida não seria suficiente para minimizar as emissões de CO2 para a atmosfera.

Por outro lado, se acrescentarmos a isso uma redução de aproximadamente um terço na pecuária e no consumo de produtos cárneos, a saúde da população melhoraria e as emissões seriam reduzidas.

Dados obtidos da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) indicam que a produção de carne é responsável por aproximadamente 18% das emissões de gases de efeito estufa.

Os cientistas explicam que é essencial estabelecer uma estratégia global para obter o máximo de benefícios da limitação de produção e consumo de carne, e que atualmente os benefícios climáticos seriam obtidos em países com os mais altos níveis de produção. .

Alimentação para Pedra nos rins (Setembro 2019).