As conclusões de um estudo epidemiológico (Cesariana e o risco de excesso de peso em crianças de grau 6) realizado por cientistas da Universidade do Tennessee, e já dura mais de dez anos, revelam que metade dos bebês nascidos em cesárea sofrem de sobrepeso ou obesidade.

O estudo analisou uma amostra de mais de 1.300 crianças, e os autores do trabalho atribuíram a maior prevalência de excesso de peso naqueles que vieram ao mundo por cesariana que esse tipo de parto impede que o bebê entre em contato com o bebê. flora intestinal da mãe.

A cesariana impede que o bebê entre em contato com a flora intestinal da mãe, o que reduz a presença de bactérias em seu intestino e aumenta o risco de sobrepeso ou obesidade em 80%.

Esse primeiro contato com a flora materna, segundo os cientistas, é fundamental para a formação da criança, por isso sem ela diminui a presença de bactérias em seu intestino e, consequentemente, aumenta o risco de sobrepeso em 80%. ou obesidade, como mostrado por dois estudos comparativos que foram publicados Natureza.

Os micróbios presentes no intestino contribuem para regular o peso corporal e até reduzem a incidência de outros distúrbios associados à obesidade, como diabetes, hipercolesterolemia ou hipertensão. Estudos realizados com ratos de laboratório também mostraram que o transplante microbiota intestinal Pode ser eficaz no tratamento da obesidade.

Agendar o parto é uma das principais causas para que ele não pare de aumentar o número de cesáreas no mundo. Assim, na Espanha, um em cada quatro bebês nasce usando essa técnica, enquanto nos Estados Unidos a cesárea é usada em 30% dos partos, e na China esse percentual chega a quase 47%. Isto apesar do fato de que a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomendou que os partos instrumentais não excedam 15% do total.

Gestação de alto risco - Quando a gravidez traz risco de morte para mãe ou bebê (Outubro 2019).