Ser analfabeto é um fator de risco para desenvolver a doença de Alzheimer, como especialistas em doenças neurológicas têm alertado no âmbito da apresentação do Congresso Internacional sobre Pesquisa e Inovação em Doenças Neurodegenerativas, que será realizada em 23 e 24 de setembro, em Madrid.

Alberto Rábano, diretor do Banco de Tecidos do Centro de Pesquisa em Doenças Neurológicas (CIEN), destacou que, embora atualmente os principais objetivos da pesquisa sejam os de desenvolver métodos para detectar a doença de Alzheimer em seus estágios iniciais, existem estudos que investigam os fatores que favorecem ou retardam a progressão da doença, os quais demonstraram que atividades como a prática regular de exercício físico e intelectual e mantenha relações sociais, retardar a progressão da doença de Alzheimer.

Diversos estudos demonstraram que atividades como a prática regular de exercícios físicos e intelectuais e manutenção das relações sociais retardam a progressão da doença de Alzheimer.

Jesús Ávila de Grado, diretor científico do Centro de Pesquisa Biomédica na Rede de Doenças Neurodegenerativas (CIBERNED), explicou que, como a doença de Alzheimer é uma doença genética causada por uma proteína, foram desenvolvidas vacinas contra essa proteína, que ainda não foi desenvolvida. dados os resultados preventivos esperados, razão pela qual outros alvos ainda estão sendo buscados para desenvolver novas terapias.

O especialista acrescentou que outra investigação está em andamento para o tratamento do Alzheimer avançado, que é baseado na fabricação de neurônios de fibroblastos, para verificar se eles atendem às mesmas características daqueles encontrados no cérebro de pacientes, e tentar Pare a doença nos neurônios afetados.

Segundo Ávila, é possível que as drogas atualmente disponíveis fossem eficazes se pudessem ser usadas nos estágios iniciais da doença de Alzheimer, daí a importância de se descobrir os processos iniciais desse tipo de demência.

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