Há mais de dois milhões de espanhóis que sofrem desse transtorno, o que afeta negativamente a qualidade de vida dos pacientes, dificultando suas relações sociais e sexuais e diminuindo sua auto-estima.

O síndrome da bexiga hiperativa É caracterizada por uma sensação de urgência de micção, que muitas vezes impede de chegar ao banheiro a tempo, causando perdas involuntárias de urina. Também é acompanhado por um aumento na frequência de micção, isto é, a necessidade de urinar mais de oito vezes por dia.

O termo "hiperativo" corresponde ao elevado número de contrações geradas pelo músculo detrusor localizado na bexiga, responsável pela expulsão da urina para a uretra.

De acordo com os resultados de um estudo de opinião sobre a síndrome da bexiga hiperativa, apresentado pela empresa de pesquisa biomédica Pfizer, e realizado pela Sigma Dos, quase 80% dos espanhóis não sabem que têm sintomas de síndrome da bexiga hiperativa. "Isso faz com que as pessoas que sofrem com isso acreditem que é inerente ao envelhecimento e não buscam a opinião de um médico", explica o Dr. José Chaves, diretor médico da Unidade de Cuidados Primários da Pfizer.

As pessoas que sofrem desse distúrbio têm baixa auto-estima, ansiedade e depressão, porque são condicionadas a realizar tarefas cotidianas, como fazer uma longa viagem, assistir a um filme no cinema e assim por diante. Nem usam roupas certas, por medo de ficarem manchadas.

Tratamento da síndrome da bexiga hiperativa

Atualmente, o tratamento dessa patologia é baseado principalmente na administração de drogas, que produzem o relaxamento do músculo da bexiga, e a reeducação dos hábitos miccionais, juntamente com uma ação correta no estilo de vida e na realização de exercícios para fortalecer os músculos do assoalho pélvico, aliviando assim os sintomas de maior frequência e urgência.

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